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15/10/2018
Volvo sobe de nível o sedã médio S60, o seu ?America first?
Carro fabricado nos EUA ganha mais esportividade, luxo e tecnologia para brigar com Audi, BMW e Mercedes  A exemplo do que já vinha fazendo nos últimos anos com sua linha de veículos, desta vez a Volvo Carselevou o nível tecnológico, desempenho e estilo da nova geração do S60, seu sedã médio que este ano passou a ser produzido unicamente nos Estados Unidos, em Charleston, Carolina do Sul, onde a empresa sueca (controlada desde 2010 pela chinesa Geely) investiu US$ 1,1 bilhão para construir sua primeira fábrica em território americano, com capacidade para 150 mil carros/ano – o primeiro deles é o S60 e no fim do próximo ano entra em linha o SUV de grande porte XC90.  Com um automóvel made in USA, a fabricante quer exportar ao menos metade da produção americana para todo o mundo e assim ganha poder de troca comercial para satisfazer a pressão do governo Trump por industrialização no país, seguindo o mote “America first”, ao mesmo tempo em que coloca no mercado global – e principalmente nos EUA – um produto de qualidade superior para competir em igualdade com os campeões alemães do segmento; leia-se BMW Série 3, Mercedes-Benz Classe C e Audi A4.  O S60 é o primeiro da linha Volvo que não terá versões com motorização diesel, que a sueca pretende eliminar totalmente no horizonte até 2025, mas oferece opção híbrida, perseguindo a meta de no mesmo período à frente concentrar ao menos um quarto de suas vendas globais em modelos eletrificados.  Até o fim deste ano, o sedã começa primeiro a ser vendidos nos Estados Unidos, por preços que vão de US$ 35,8 mil (a mais simples das versões T5) a US$ 55,4 mil (o T8 híbrido com preparação esportiva Polestar). Depois o carro segue gradativamente para outros mercados. A chegada no Brasil está prevista entre junho e julho de 2019 – junto com um de seus principais concorrentes, o novo BMW Série 3. Mas a marca ainda não tem estratégia definida sobre quais versões estarão disponíveis aos brasileiros, ainda que a ideia seja começar pelo andar de cima. “O novo S60 é um dos mais excitantes produtos que já fizemos. É um verdadeiro carro para quem dirige, que nos dá uma forte posição nos mercados de sedãs da China e Estados Unidos, criando mais oportunidade de crescimento”, resume Hakan Samuelsson, presidente da Volvo Cars. A Volvo de fato caprichou no novo S60, colocou no carro tudo que tem de melhor, a começar pela sua moderna plataforma modular SPA, a mesma que já subiu o nível de outros de seus modelos, como o sedã grande S90, a perua V60 e os SUVs XC60 e XC90. Sobre a nova base o S60 ganhou mais tecnologia de segurança e entretenimento, a mesma já encontrada nos irmãos de plataforma, além de mais conforto com entre-eixos 10 cm maior do que a geração anterior (2,77 m contra 2,87 m) e ficou 13 cm mais longo (4,63 m contra 4,76 m). Com isso, o sedã projetado na Suécia e produzido nos EUA também ficou ligeiramente maior por dentro e por fora do que os três concorrentes alemães.  A redução de 5 cm na altura para 1,43 m melhorou a aerodinâmica, conferiu ao carro pegada mais esportiva com silhueta alongada, que faz jus à classificação de “sedã esportivo” conferida pela Volvo ao seu carro. A posição de dirigir mais baixa foi pensada justamente para dar ao motorista essa “sensação esportiva”.  A Volvo também manteve no novo S60 a estratégia de ficar acima da concorrência em potência. As três motorizações quatro-cilindros turboalimentadas de 2 litros que devem vir ao Brasil oferecem disposição de sobra: T5 de 254 cv com tração dianteira, T6 de 320 cv integral AWD e T8 Polestar híbrido de 407 cv – este com uma bem-afinada dupla motorização, a combustão de 320 cv puxando a dianteira e elétrica de 87 cv no eixo traseiro. Todas as versões são equipadas com um esperto câmbio automático de oito marchas, com aletas no volante para trocas manuais, mas a T8 usa comando eletrônico (by wire).    PRAZER EM DIRIGIR A Volvo colocou a primeira fornada do S60 americano nas versões T6 R-Design e T8 Polestar, ainda em pré-série, para ser testada na região de Los Angeles, Califórnia, por jornalistas dos principais mercados onde o carro será vendido. Não se ouviu reclamações, comprovando que o carro tem qualidades no mínimo tão refinadas quanto a de seus concorrentes.  Ambos, T6 e T8, são bem-acabados por dentro e por fora, com oferta de interessantes novas cores metálicas foscas, além de rodas de alumínio de 19 ou 20 polegadas. Na traseira, o novo desenho das lanternas resolveu o velho design sem graça das antigas gerações dos sedãs Volvo. Na dianteira, a assinatura luminosa dos faróis em LED na forma de “T” deitado garante aparência sofisticada.  O T8 Polestar tem grade dianteira e rodas com desenho exclusivo, que deixam aparecer as enormes pinças de freios Brembo pintadas em dourado. Os cintos de segurança da versão esportiva são amarelo-ouro. Nada disso combina, entretanto, com o excessivamente sóbrio “ladrilho” branco afixado na grade que identifica a marca Polestar.  No interior, volante, painel, portas e bancos são finamente revestidos em couro napa. O quadro de instrumentos é 100% digital e no centro do painel fica a enorme tela de nove polegadas do sistema multimídia Sensus, que controla climatização, rádio, som de 1,1 mil wats, navegação, configurações ajustáveis do veículo e conexão com smartphone, via Apple Car Play, Android Auto e wifi 4G a bordo.  A fabricante sueca aposta que os principais diferenciais do novo S60 em relação aos competidores alemães são o ar-condicionado com quatro zonas de temperatura, o teto solar panorâmico, bancos ventilados com massagem, o sistema multimídia Sensus (agora com processador 50% mais rápido) e a oferta da versão híbrida plug-in, que tem autonomia elétrica de até 40 km e pode recarregar as baterias na tomada.    HÍBRIDO REFINADO   Acelerar o novo S60 com 320 ou 407 cavalos é diversão garantida, só interrompida pelo respeito aos limites de velocidade. Mas o T8 híbrido plug-in representa uma atração tecnológica à parte, combinação perfeita de eletrificação com performance. Segundo a Volvo, o powertrain eletrificado reduz em até 35% o consumo. É possível dirigi-lo em modo esportivo, com a força dos dois motores que garante acelerações vigorosas e estabilidade nas curvas com a tração integral e suspensão ativa regulável. Mas não é nada mal conduzir o S60 em modo elétrico, ideal para o trânsito das cidades. O carro chega em torno de 60 km/h só com tração elétrica e pode rodar sem emissões por até 40 km antes de ligar o motor a combustão.  As baterias de lítio alocadas no centro do chassi são recarregadas de três formas: pelo motor a combustão, recuperação de energia de frenagem ou na tomada – uma recarga completa leva cerca de três horas. A transmissão do T8 híbrido tem a função “B”, de brake, uma espécie de marcha reduzida para reaproveitar melhor a geração de energia em descidas. Na prática, fica até mais confortável dirigir descendo uma serra, por exemplo, com o câmbio em B, pois basta tirar o pé do acelerador que o carro começa a reduzir, muitas vezes o suficiente para que nem seja necessário pisar no pedal de freio.  AUTONOMIA E SEGURANÇA O S60 também oferece prazer em não dirigir: seu sistema de piloto automático Pilot Assist ajuda o motorista a guiar com aceleração e frenagem automáticas em relação ao carro da frente (ACC), também assume o volante e faz curvas de forma autônoma a até 130 km/h – câmera e sensores monitoram a faixa de rodagem e quem vai adiante para transmitir comandos ao volante, freios e acelerador.  Em caso de emergência, os freios são acionados automaticamente e se não houver espaço suficiente para evitar a colisão a direção também é acionada para desviar do obstáculo, carro, ciclista, pedestre ou animal de grande porte. Se a pancada for inevitável, os cintos de segurança se retraem e os sete airbags entram em ação. Isso mesmo, além de bonito, confortável e potente, o S60 também é muito seguro.  Fonte: Automotive Business
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27/09/2018
Volvo XC40: primeiras impressões
Menor SUV da marca sueca chega com a missão de ser recordista em vendas. Ele é mais equipado e custa menos que rivais alemães; porém, carrega peso de ser menos conhecido. Desde a “morte” do C30, em 2013, a Volvo não tinha um modelo com design “descolado”. Aliás, o adjetivo nunca combinou muito com a marca sueca, muito mais conhecida pela sobriedade e pelo nível elevado de segurança. A Volvo acertou em cheio na atual identidade visual, inaugurada com o XC90, mas as linhas tomam o caminho da sofisticação. É aí que entra o XC40. O menor SUV da marca pretende atender ao desejo de um público mais jovem, que não quer mais um hatch, mas resiste em comprar um sedã ou uma perua. A responsabilidade do novo modelo é tão grande que os suecos esperam que o XC40 represente um terço das vendas da Volvo no país. Isso significa 2 mil das 6 mil unidades projetadas para 2018. Caso o objetivo seja alcançado, será o melhor resultado em emplacamentos da história da filial brasileira.   Irmão diferente Dá para notar que o XC40 é da mesma família de XC60 e XC90. Mas o irmão menor traz personalidade própria. A frente ainda traz o farol fino com a luz diurna de LED formando o “martelo de Thor”, mas o perfil e a traseira são bastante diferentes. As portas traseiras, por exemplo, são possuem grandes e angulosos recortes, criando uma falsa vigia. O desenho ajuda a reforçar a generosa largura da coluna C. Olhando a traseira, as lanternas mantêm o arranjo vertical, mas invadem a carroceria lateralmente. A placa acabou posicionada no para-choque, deixando a tampa do porta-malas com visual mais limpo. A cabine segue na mesma “pegada”, semelhante, mas diferente. Igual pelo quadro de instrumentos digital, pela grande central multimídia e nas saídas de ar dispostas verticalmente. Mas diferente nas texturas usadas nos painéis e na versatilidade dos diversos porta-objetos. O XC40 é capaz de seguir o veículo que vai à frente em velocidades de até 130 km/h, incluindo em curvas. Também há detecção e alerta de mudança de faixa, alerta de colisão frontal, frenagem automática de emergência, câmera de ré, leitura das placas de trânsito. Entre os itens de conforto, há ar-condicionado com duas zonas de temperaturas, carregador de celular por indução, som com 13 alto-falantes, bancos de couro e assentos dianteiros com regulagens elétricas e do motorista com memória, teto solar, 6 airbags, acesso e partida com chave presencial, sensores de luz, chuva e estacionamento dianteiro e traseiro, rodas de 20 polegadas e abertura elétrica do porta-malas.   Menor e mais ágil Além de ser a configuração mais completa, a R-Design também é a opção mais potente do XC40. Ela traz o mesmo motor 2.0 turbo de 254 cavalos e 35,7 kgfm do XC60. A transmissão automática de 8 marchas também é compartilhada entre os dois modelos. Desta forma, como o SUV menor é 164 kg mais leve, o desempenho também é melhor do que no "irmão" maior. De acordo com a Volvo, o XC40 acelera de 0 a 100 km/h em 6,4 segundos, 0,4 segundo mais rápido do que o XC60. A suspensão do XC40 é bastante rígida, mas não chega a ser desconfortável. Seu arranjo é independente nas quatro rodas. As rodas de 20 polegadas, calçadas por pneus de perfil baixo, reforçam a esportividade. Caso o motorista deseje, é possível deixar o conjunto ainda mais firme, alternando o modo de condução para Dynamic, o mais “apimentado”. Nele, o pedal do acelerador fica mais sensível, a direção mais direta, as trocas de marchas acontecem em rotações mais altas, e a suspensão se enrijece ainda mais. Para tentar aliviar a sede do XC40, ainda há o modo Eco, que deixa as respostas mais mansas. É uma forma de melhorar o consumo. Na semana em que o G1 avaliou o modelo, o computador de bordo dificilmente registrou marcas melhores que 7,5 km/l, sendo que o uso foi praticamente todo urbano, quase sempre no modo Comfort.   Fora isso, todos os outros ocupantes viajam com conforto. O entre-eixos de 2,70 metros garante a comodidade até dos mais altos. No porta-malas, vão 460 litros, deixando o Volvo na média do segmento. A tampa pode ser aberta com o movimento de passar os pés sob o para-choque. Dentro do compartimento, uma boa sacada. Ao rebater a tampa do fundo falso, o motorista ganha 3 alças para pendurar sacolas de supermercado, que não ficam soltas pelo bagageiro, espalhando latas e embalagens por todos os lados.   Conclusão É difícil encontrar modelos com vantagens tão amplas em relação aos rivais como acontece com o Volvo XC40. Mesmo que tenha defeitos pontuais, o sueco é bem superior aos seus concorrentes. A briga só deve ficar mais parelha com a nova geração do Audi Q3, lançada há pouco na Europa. Mas, se ele já é mais caro hoje, imagine quando chegar totalmente renovado. Fonte: G1    
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18/09/2018
Volvo S60 2019 esbanja estilo e modernidade em nova geração
Para completar a nova geração da família série 60, a Volvo acaba de anunciar a chegada do novo S60. Menor sedã da linha da fabricante sueca, o novo modelo estreia destacando o visual mais moderno (que na verdade parece ser uma miniatura do irmão maior S90). Além disso tem um interior amplamente refinado e tecnológico e a ampla lista de recursos de conectividade e assistência ao condutor. Além disso, o novo Volvo S60 2019 é o primeiro carro da empresa a sair da linha de produção de Charleston, nos Estados Unidos. Esta é a terceira geração do Volvo S60. “O novo S60 é um dos carros Volvo mais empolgantes que já fabricamos”, disse o presidente e diretor executivo da Volvo Cars, Håkan Samuelsson. “É um automóvel de verdade que nos dá uma forte posição nos mercados de sedãs dos EUA e da China, criando mais oportunidades de crescimento para a Volvo Cars”. Fonte: Notícias Automotivas
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13/07/2018
Volvo XC40 T5 Momentum: Tem potencial
O Volvo XC40 quer ser referência no segmento para atrair os compradores dos rivais da Audi, BMW e Mercedes-Benz Guardadas as devidas proporções, o Volvo XC40, é “cara de um, focinho de outro”, se comparado ao XC90 e XC60. Produzido em Ghent, na Bélgica, é o primeiro SUV compacto do fabricante sueco e estreia a plataforma modular Compact Modular Arquitecture (CMA), cujo co-desenvolvimento ocorreu ao lado da chinesa Geely (dona da Volvo) – XC60 e XC90 utilizam a base SPA (Scalable Product Architecture). A semelhança com os irmãos maiores está na dianteira vertical, com a grade côncava e os faróis “Martelo de Thor”. As caixas de rodas saltadas transmitem robustez e atrás as lanternas verticais seguem a identidade dos atuais utilitários esportivos da marca. A sintonia com os irmãos XC60 e XC90 também está no interior. O acabamento esmerado ainda traz carregamento de smartphone por indução, quadro de instrumentos digital de 12,3” e porta-objetos espalhados inteligentemente pela cabine. As laterais de portas são forradas de carpete e ajudam a filtrar ruídos. Aliás, o isolamento acústico é muito bom. O multimídia Sensus Connect no centro do painel tem tela tátil de 9” e conectividade Android Auto/Apple CarPlay. Intuitiva de operar, ela permite controlar praticamente todas as funções do XC40. Entretanto, por vezes, ela distrai o motorista, como na hora de selecionar a temperatura do ar-condicionado de duas zonas. Os alto-falantes vão instalados sob o painel e o áudio é emitido pelas saídas de ar.   O interior espaçoso é atribuído à carroceria de 4.425 mm de comprimento, 1.863 mm de largura, 1.652 mm de altura e generosos 2.702 mm de entre-eixos. Não tão compacto, o porte é semelhante ao dos rivais Audi Q3, BMW X1 e Mercedes-Benz GLA. O porta-malas tem 460 litros e a boa sacada está no piso do assoalho modular que permite carregar objetos pequenos na parte de baixo ou, quando levantado, conta com presilhas para prender sacolas. À venda nas versões T5 Momentum de R$ 194.950 (avaliada) e T5 R-Design (R$ 214.950), ele também será oferecido na configuração T4 (R$ 169.950) a partir de julho deste ano. Além disso, pode ser adquirido pelo público PcD (Pessoas com Deficiência) com valores de R$ 145.950, R$ 169.950 e R$ 189.950, na ordem. As opções T5 utilizam motor 2.0 turbo e injeção direta de 252 cv de potência e 35,7 kgfm de torque. Na versão T4, o mesmo 2.0 rende 190 cv e 30,6 kgfm. Ao volante da configuração Momentum, a condução agrada pelas respostas de prontidão desde os baixos giros e acompanhadas das mudanças quase imperceptíveis do câmbio automático de oito marchas – as trocas ou reduções sequenciais são feitas movendo a alavanca para a esquerda ou a direita. Estão disponíveis cinco modos de condução (Eco, Comfort, Off-Road, Dynamic e Individual), que mudam os parâmetros de respostas do motor, o câmbio, da direção, dos freios e do controle de estabilidade. Guiando-o no programa Eco, ao aliviar o pé do acelerador, a marcha é desengatada (função Roda Livre) para ajudar a poupar combustível. á ao extrair mais do XC40, ele responde à altura e aumenta a diversão, com o sopro do turbocompressor invadindo a cabine. A tração é integral sob demanda e, de acordo com as medições da CARRO, o XC40 fez de 0 a 100 km/h em 6s63 – Audi Q3 2.0 Ambition Quattro (6s25), BMW X1 Xdrive 25i (7s20) e Mercedes-Benz GLA 250 (7s53). Esses três últimos custam R$ 210.990, R$ 232.950 e R$ 237.900, respectivamente. A suspensão dianteira é independente McPherson e a traseira, multibraço. Elas priorizam o conforto, impedindo da carroceria rolar além da conta nas curvas. Outro elogio vai para a boa altura em relação ao solo de 210 mm – são 183 mm no X1, só para citar -, que ajuda quem enfrenta um trecho leve off-road. A direção ágil ao esterço só poderia ser mais fi rme em velocidades mais altas. Os freios dianteiros usam discos ventilados e sólidos atrás. Aliás, nos testes de frenagem (80-0 km/h, 100-0 km/h e 120-0 km/h) o XC40 foi inferior aos alemães Audi Q3 e Mercedes-Benz GLA e melhor comparado ao BMW X1. Apesar desse revés, o Volvo dá um show à parte no quesito segurança. Estão disponíveis controle de estabilidade/tração, assistentes de partida em aclive/declive e de descidas íngremes e frenagem automática para diminuir os riscos de colisão contra veículos, pedestres e animais de grande porte. Outro recurso é o sistema de Mitigação de Pista Oposta, que atua entre 65 km/h e 140 km/h e ajuda o condutor a evitar batidas em veículos que se aproximam vindos da pista contrária. Também estão disponíveis o alerta de mudança de faixa/tráfego cruzado e proteção de saída de faixa. A condução semiautônoma, na Momentum, é cobrada à parte por R$ 5.000 e está disponível de série na R-Design. Ela funciona até 130 km/h e atua sobre os freios até parar o veículo ou esterça a direção, com controle de cruzeiro adaptativo. O plano de revisões tem preço fixo até os 150.000 km. A mais cara é a de 60 mil km (R$ 3.399). Conclusão Por Rafael Poci Déa Se no passado, os Volvo exibiam linhas quadradas, como dos modelos 850 e 460, atualmente o fabricante sueco dá um show à parte no quesito desenho. Afi nal, o exterior/interior do XC40 seguiu os traços da dupla XC60 e XC90. Não só isso, como também agradam as respostas do motor a partir das baixas rotações e o trabalho suave do câmbio automático permitindo rodar grande parte do tempo em giro baixo. A plataforma modular CMA a qual é feito já está preparada para a eletrifi cação. Aliás, a meta até 2025 é de todos os carros produzidos serem híbridos (como já ocorre em uma versão do XC90), plug-in ou elétricos. Só falta isso para o XC40 fi car perfeito. *Texto publicado originalmente na edição 296 (junho/2018)da Revista CARRO Fonte: Revista Carro
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13/06/2018
Volvo projeta um terço de carros autônomos nas vendas até 2025
Até 2025 a Volvo projeta que um terço de suas vendas seja de carros autônomos e que metade dos veículos entregues aos clientes sejam 100% elétricos. Na divulgação de seu plano de negócios, a montadora sueca divulga também que metade de todos veículos da marca seja de uso compartilhado. A Volvo espera com isso mudar a forma como atrai seus compradores, o que permitirá atingir mais de 5 milhões de contatos diretos em 2025. Isso tende a gerar novas fontes de receita e também um potencial de desenvolvimento de serviços conectados aos usuários.  "As expectativas de nossos clientes estão mudando rápido e a Volvo também está mudando junto e se transformando em uma provedora de serviços ao consumidor", garante Hakan Samuelsson, CEO global da marca.  "As mudanças em curso na indústria automobilística vêm criando novos públicos para a marca e outras maneiras de trazer produtos ao mercado", conclui o vice-presidente de estratégia, marca e varejo da Volvo, Björn Annwall. Fonte: www.automotivebusiness.com.br
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11/04/2018
Volvo confirma nova V60 para o Brasil e três outros lançamentos
Brasileiro não compra peruas porque não tem opção no mercado ou não há opção no mercado por falta de demanda? Bem, entre agosto e setembro deste ano teremos mais uma chance de provar que merecemos uma station para chamar de nossa. A Volvo confirmou, durante o lançamento do XC40 no Brasil, a volta da V60 ao país. A segunda geração da perua começará a ser vendida no início do segundo semestre, em versões ainda a serem definidas. Na Europa a V60 é ofertada com quatro opções de motor a gasolina, sendo duas híbridas. As variantes convencionais são equipadas com o mesmo 2.0 com turbo e compressor usado em outros modelos da marca, com duas faixas de potência: 250 cv (T5) e 310 cv (T6). Já as opções híbridas possuem potência combinada de 340 cv (T6 Twin Engine) e 390 cv (T8 Twin Engine). A nova Volvo V60 irá disputar um mercado minúsculo no país, composto basicamente pela Mercedes-Benz C300 Estate (R$ 278.900) e Audi A4 Avant (R$ 195.990), já que a BMW não vende no Brasil a Série 3 Touring. Híbridos plugados Além da V60, a Volvo confirmou também os novos XC60 T8 e S90. A dupla virá ao país nas versões híbridas do tipo plug-in, ou seja, que podem ser recarregados na tomada. O XC60 T8 se posicionará no topo da gama do SUV intermediário da Volvo, atualmente tabelado entre R$ 239.950 e R$ 269.950. Já o sedã grande finalmente estreia no mercado para ser a alternativa “não-SUV” ao topo de linha XC90. O XC60 T8 e o S90 chegam ao Brasil em outubro deste ano. Outro modelo que nem foi revelado, mas já tem passaporte carimbado para o Brasil é a nova geração do S60. O sedã intermediário chegará em meados de 2019 para disputar o mercado encabeçado pelo BMW Série 3 e Mercedes Classe C. Até mesmo a V90, perua grande da Volvo, tem chances de rodar por aqui. Por enquanto o modelo fez apenas uma rápida aparição em Santa Catarina, mas o interesse de potenciais clientes pode mudar esse cenário. Fonte: www.quatrorodas.abril.com.br
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11/04/2018
[Impressões] Volvo XC40 tem desempenho excelente
O Volvo XC40 é o primeiro modelo da marca sueca controlada pela chinesa Geely a usar a nova arquitetura da marca CMA (Arquitetura Compacta Modular). Ele já faturou o título de Carro do Ano na Europa. Durante o lançamento do SUV, o AutoPapo fez um test-drive entre as cidades de Itajaí e Florianópolis. O destaque foi o acerto na calibragem da suspensão multilink na traseira, e McPherson na dianteira. Rodando em condições totalmente adversas, o sistema consegue filtrar quase totalmente as imperfeições do solo sem incômodos aos ocupantes. Rodar é muito confortável até no modo de condução Sport no qual a suspensão fica mais enrijecida. No limite de aderência com a roda interna no ar, os controles de estabilidade e tração entram em ação trazendo o carro de volta à trajetória. Incrível também a estabilidade com pouca inclinação da carroceria. O XC40 tem ótimo comportamento dinâmico. Desempenho do motor é 2.0 turbo de quatro cilindros (252 cv e torque de 35,7 kgfm) é excelente tanto em acelerações quanto nas retomadas, proporcionando segurança nas ultrapassagens feitas em curto espaço de tempo. O câmbio automático de oito marchas tem trocas rápidas e suaves. Freios param o carro imediatamente. Por dentro do XC40 Acabamento interno com material emborrachado no painel central, arremates e encaixes benfeitos. Plásticos duros somente na parte superior das forrações de porta e no console central. Direção muito direta reage ao menor movimento no volante bem dimensionado e com poucos comandos, facilitando a ergonomia. A restrição é o revestimento liso do volante que provoca deslizamento das mãos. A regulagem de distância da coluna de direção deveria ter curso maior. Central multimídia vertical facilita a visualização e se mostra mais prática do que na posição horizontal. Visibilidade ¾ traseira é limitada pela coluna C muito larga. Câmera de ré minimiza a situação. Bancos dianteiros confortáveis contam com ajuste lombar de acionamento elétrico. Na versão R-Design, a topo de linha, há mecanismo de extensão do assento que deixa a perna na posição ideal. O banco traseiro, além de baixo, tem assentos mais curtos. Por isso a perna fica inclinada e causa desconforto em viagem. Se o assento fosse mais alto, a cabeça esbarraria no teto. A garantia é de quatro anos e revisões têm preço fixo até 150 mil quilômetros. Óleo do câmbio é trocado a cada três anos e nesta revisão está prevista, curiosamente, a limpeza interna do para-brisa. A espera pelo modelo varia de 90 a 120 dias. De 40% a 50% das vendas deverão ser da versão de entrada. Sistema de direção semiautônoma custa R$ 5.000 e é vendido como acessório para as versões de entrada e a Momentum. É de série na R-Design. O Volvo XC40 concorre diretamente com Audi Q3, BMW X1 e Mercedes GLA. O sueco pesa cerca de 400 kg a mais que seus concorrentes diretos. Segundo a Volvo, isso se deve aos reforços estruturais da carroceria e um pouco à parafernália eletrônica. Fonte: www.autopapo.com.br
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28/03/2018
Volvo XC60 é eleito Carro do Ano no Salão de Nova York
O Volvo XC60 foi premiado como Utilitário do Ano dos Estados Unidos no início de 2018, enquanto o SUV XC40 foi eleito o Carro Europeu do Ano no Salão de Genebra, em março. "Estou satisfeito em ver os investimentos em produto da nossa empresa dando resultados", disse Håkan Samuelsson, presidente e CEO da Volvo Cars. "Estamos diante de uma forte concorrência, mas este prêmio para o XC60 mostra que a Volvo tem a combinação certa de design, conectividade e segurança que agrada aos clientes em todo o mundo". No Novo XC60, que obteve o melhor desempenho global do Euro NCAP em 2017, o City Safety, sistema de frenagem de emergência, foi atualizado com suporte de direção para quando a frenagem automática sozinha não evitar uma possível colisão. Além disso, o Oncoming Lane Mitigation com o Auxiliar de Direção, que ajuda a mitigar colisões frontais e o BLIS (Blind Spot Information System), com a funcionalidade de suporte de direção, foram adicionados para reduzir o risco de colisões nas mudanças de faixa. Essas duas premiações do veículo chegam logo após o reconhecimento a Håkan Samuelsson, CEO e presidente da Volvo Cars, como "World Car Person of the Year", concedido pela imprensa internacional em Genebra, no início do mês. Fonte: www.investimentosenoticias.com.br
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05/03/2018
Lançamento: Volvo apresenta segunda geração do V60
As peruas haviam sumido das ruas. Hoje em dia, é raro ver um exemplar circulando por aí. Se você pensou naquela imagem caricata de uma mulher exageradamente enfeitada, com roupas e acessórios chamativos, ainda que sejam de grifes famosas, enganou-se. As chamadas station wagon, modelo que por muito tempo foi associado a carro de família, geralmente conduzido por mulheres, praticamente desapareceram do mercado com a chegada dos utilitários. Com o avanço dos SUVs, alguns tipos de veículo como os monovolumes (ou minivans) e até os sedãs médios sofreram com a concorrência. No Brasil a situação é mais drástica, pouquíssimas montadoras apostam na categoria. Uma das poucas marcas que ainda acreditam no potencial do segmento é a Volvo. A empresa sueca conta, atualmente, com dois modelos de station wagon, o V90 e o V60, este último acaba de chegar à segunda geração. Ele foi apresentado na terra natal da montadora, na capital, Estocolmo. Para mostrar toda a capacidade e versatilidade do veículo, a marca mostrou o V60 em seu ambiente natural, com uma família a bordo no momento de voltar para casa. Segundo a Volvo, essa foi a forma de destacar a tradição da empresa na produção deste estilo de automóvel.   Inspiração   Quando apresentou a nova geração do XC90 em 2015, a Volvo anunciou que em cinco anos o SUV seria o modelo mais antigo da marca. Desde então, a montadora atualizou praticamente toda a gama. Todos os novos modelos usaram como inspiração o utilitário grande, principalmente no design. O novo V60 tem o mesmo estilo do irmão grandalhão. As linhas ficaram mais retilíneas, o que dá um visual bem mais agressivo à perua. Os faróis seguem a mesma tendência do resto da família, com a luz de circulação diurna em LED no formato de um martelo, inspirado na arma do deus nórdico do trovão Thor. A dianteira ainda conta com a nova grade, maior e mais imponente que a anterior. A traseira também conta com linhas mais retas. Agora, as lanternas avançam pela tampa do porta-malas e o escape duplo passa a impressão de ter quatro saídas. O interior, como esperado de qualquer modelo da marca, é luxuoso e ficou ainda mais moderno. Como a carroceria, a cabine segue o novo estilo da Volvo. A maior novidade é a tela gigante da central multimídia de nove polegadas, que substituiu o antiquado teclado numérico. O painel de instrumentos também conta com uma tela digital, esta de 12 polegadas. Os materiais utilizados, obviamente, são de alta qualidade, como couro, alumínio, aço escovado e plástico soft touch. Antes de tudo, seguro A Volvo tem uma máxima: “nenhuma pessoa deve morrer ou se ferir gravemente dentro de um veículo da marca”. Essa afirmação é levada muito a sério pela montadora. Por isso, o V60 conta com toda a expertise da marca no assunto segurança. Entre os itens disponíveis, ele é equipado com o City Safety, com tecnologia autobrake, que usa sistemas de frenagem automática e detecção de obstáculos para ajudar o motorista a evitar colisões em potencial, além reconhecer pedestres, ciclistas e animais de grande porte. O sistema ainda auxilia o motorista para evitar possíveis batidas frontais, com veículos em faixas contrárias. O Pilot Assit atua na condução, aceleração e frenagem do carro em velocidades de até 130km/h, é uma evolução do piloto automático adaptativo. O V60 ainda conta com assistente de permanência em faixa, que não só avisa o motorista, como o auxilia também em uma possível invasão da via de rolamento. Tudo isso sem contar os básicos — para este tipo de veículo — controles de tração e estabilidade, auxiliar de partida em rampa, Isofix para fixação de cadeirinhas infantis e no mínimo seis airbags. No que remete ao conforto, ele conta com ar-condicionado digital e quadri zone, teto solar elétrico e panorâmico, a tela do painel de instrumentos ajusta a luminosidade de acordo com a quantidade de luz da cabine, os controles de temperatura, navegador, mídia e telefone podem ser acessados por comando de voz, o sistema de som de 600W de potência conta com assinatura da Harman Kardon (uma das melhores empresas do mundo no assunto), além de ajustes elétricos, como bancos, retrovisores e abertura e fechamento do porta-malas. Força híbrida   Outra meta estabelecida pela montadora sueca é que, a partir de 2019, todos os modelos da marca deverão contar com opções elétricas ou híbridas. Dessa forma, o V60 já chega com opções de T8 e T6 de motor a combustão e elétrico. Além dos T6 e T5 movidos apenas a gasolina. Por enquanto, confirmado para o Brasil, apenas a versão Momentum com o propulsor T5 e ainda sem preço definido. O certo é que ele chega no segundo semestre. É possível que a marca faça como fez com o XC90: em um primeiro momento traga as versões normais e depois, a híbrida. A T5 utiliza um motor 2.0 turbo de 254 cavalos e 35,6kgfm de torque. Que aliado à transmissão automática de oito velocidades permite, segundo a marca, uma aceleração de 0 a 100km/h em 6,8 segundos, número muito bom, principalmente se tratando de um veículo de mais de duas toneladas. O V60 conta com três modos de condução pré-programados e um que o próprio motorista pode estabelecer, todos otimizam propulsor, câmbio, freio, controle de estabilidade e start/stop para uma condução diferenciada. A lista completa de equipamentos ainda não foi divulgada pela sueca. Fonte: www.correiobraziliense.vrum.com.br
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21/02/2018
Volvo apresenta novo V60, que chegará ao Brasil no segundo semestre
A Volvo está investindo pesado nos crossovers, contudo, o fabricante não deixou de lado um dos seus nichos mais tradicionais: o das peruas. A marca sueca apresentou hoje a segunda geração da V60, que será trazida para o Brasil no segundo semestre deste ano. A vocação familiar fica clara até no lugar escolhido para o lançamento: a entrada da garagem de uma típica casa em Estocolmo, capital da Suécia. Da mesma maneira, o vídeo abaixo reforça a vocação de um veículo feito para ser prático e familiar em todas as horas. No país de origem, a V60 é um dos modelos de maior sucesso da Volvo, que conta ainda com o maior V90 na sua gama. “O motorista de peruas familiares é um cliente importante para o nosso negócio há gerações”, diz Håkan Samuelsson, presidente e CEO da Volvo Carros. “O novo V60 honra essa tradição, mas a leva muito adiante”. “O V60 é realmente o ponto central da marca Volvo”, afirmou Robin Page, vice presidente sênior de design da Volvo Carros. “É refinado, tem proporções e pose muito belas, enquanto entrega praticidade e versatilidade”. A geração original de 2010 fez muito sucesso graças ao jeitão esportivo, algo que não foi esquecido no novo V60. O visual segue a cartilha criada pela nova geração de crossovers do fabricante. Estão lá elementos como o capô longo, os faróis que imitam o formato do martelo do Thor deitado, muitos vincos e as já tradicionais lanternas alongadas tanto na vertical quanto na horizontal. O resultado é alongado e tem linhas mais delgadas para fugir da imagem de um XC60 rebaixado.  Além dos toques visuais, a plataforma também é compartilhada com os irmãos: trata-se da nova plataforma modular SPA, compartilhada com o XC60 e XC90. A base mecânica é igualmente semelhante. Ao dar uma espiada no interior, dá para ver que a cabine é semelhante aos dos crossovers do fabricante, o que inclui uma enorme central multimídia vertical. Sensível ao toque, a tela oferece o controle personalizado de várias funções do carro e também a conectividade através do 4G e do sistema Sensus de infoentretenimento, capaz de se comunicar diretamente com o seu smartphone. Dentro dos planos de eletrificar todos seus carros novos a partir de 2019, a Volvo reservou duas opções híbridas do tipo plug-in (que tem autonomia só na eletricidade maior e podem ser recarregados na eletricidade) para o V60. O T6 Twin Engine AWD tem motores 2.0 turbo e elétricos para gerar 340 cv no total, enquanto o top de linha T8 tem ajuste mais potente, capaz de entregar 390 cv. Claro que receberemos também no Brasil opções mais em conta, nomeadamente as T5 e T6, ambas 2.0 turbo. Para a Europa e outros mercados, há os diesel D3 e D4, que não serão vendidos no nosso mercado. É difícil falar de um lançamento da Volvo sem dedicar um espaço para a segurança. O V60 vem de série com sistemas sofisticados de assistência ao motorista, já conhecidos dos XC60 e XC90. A proteção parte do City Safety, capaz de frear automaticamente e evitar colisões e atropelamentos em velocidades urbanas, além de reconhecer o padrão de movimento de pedestres, ciclistas e animais. Somado a  isso, o sistema de condução semiautônoma é capaz de ajudar o motorista com direção, aceleração e frenagem automáticas até 130 km/h. Segundo a Volvo, a sensibilidade da tecnologia ficou bem maior e inclui a possibilidade de fazer curvas sozinho com maior precisão. Outros auxílios ajudam o carro a evitar colisões dianteira e saídas da estrada. Opcionalmente, o Volvo é capaz de adotar o sistema de alerta de tráfego cruzado com frenagem automática. Nada mais de levar sustos ao sair da vaga de ré ou entrar em uma via sem visibilidade desimpedida. Caso nada disso dê certo, o habitáculo inteiro é cercado por aços de ultraaltaresistência, da coluna A (do para-brisa) ao extremo do porta-malas, o que garantirá a integridade da cabine e a sobrevivência dos cinco passageiros.  Fonte: www.revistaautoesporte.globo.com  
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