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18/05/2019
Volvo cogita lançar compactos, incluindo SUV abaixo do XC40
Considerada a linha de acesso do portfólio global da Volvo, a chamada série 40 poderá ganhar a companhia de uma gama de modelos ainda menor no futuro. Em entrevista concedida recentemente ao jornal Financial Times, o CEO da marca sueca, Hakan Samuelsson, declarou que não descarta o lançamento de veículos compactos, tendo em vista o crescimento do segmento de modelos premium de pequeno porte. “Demos um novo passo com o XC40, que é o nosso menor SUV. Então nunca diga nunca. A definição de premium está cada vez mais dissociada da questão do tamanho. Carros pequenos também podem ser premium. No momento não há planos, mas é uma boa ideia", explicou. A atual série 40 ganhará em breve a companhia do V40 de nova geração e de um novo sedã, mas a ideia é ir além. Segundo especulações, a marca estuda a possibilidade de desenvolver rivais diretos para os Audi A1 e Q2, além do Mini Cooper, de modo a criar uma nova série além das atuais 40, 60 e 90. Detalhes ainda são limitados, mas a expectativa fica para a formação de uma família completa, com direito a hatchback e SUV. Além disso, há chances de esta nova gama já chegar ao mercado totalmente elétrica e enquadrada no ambicioso projeto de eletrificação da marca. Fonte: Motor1  
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12/04/2019
Novo Volvo S60 chega em agosto em 3 versões
O Volvo S60 será a próxima arma da marca sueca para reforçar a missão de tirar da Audi o terceiro lugar no ranking de vendas de montadoras de luxo. O sedã chega em agosto em três versões. A marca trará o Volvo S60 nas versões T4, T5 e T8. Elas devem vir ao mesmo tempo. Se alguma atrasar, será a T5. A Volvo espera que a de entrada, T4, responda pela maior parte das vendas. Isso já ocorre com o XC40. A T4 tem 45% do mix, ante os 25% da T5 Momentum e os 30% da T5 R-Design. Para a Volvo, o S60 terá grande importância na luta pelo terceiro lugar, pois faz parte do segundo segmento mais importante no mercado de carros de luxo. No ano passado, foram vendidos no Brasil 11 mil sedãs médios premium. O líder é o Mercedes-Benz Classe C, que teve pouco mais de 4,5 mil emplacamentos, enquanto o BMW Série 3 teve vendas superiores a 3 mil exemplares. O alvo da marca com o Volvo S60, no entanto, é a Audi. Em 2018, foram vendidos cerca de mil A4 e 500 A5, que a Volvo também considera rival do S60. A expectativa da montadora sueca é, em um ano completo, comercializar 1.400 exemplares de seu sedã. A marca não acredita, porém, em crescimento do segmento. Por isso, acredita que conseguirá atrair clientes dos outros sedãs da categoria. Detalhes sobre o Volvo S60 O sedã será o quinto produto da plataforma SPA lançado no Brasil. Por aqui, a marca já vende o XC90, o XC60 (líder de vendas da Volvo no País), o S90 e a V60. Da nova gama de produtos da montadora, apenas o XC40 usa uma base diferente. O Volvo S60 é o primeiro carro da marca feito nos Estados Unidos – em Charleston, Carolina do Sul. Todas as versões usam motor 2.0 turbo, mas com diferentes potências. No caso da topo de linha T8, esse propulsor tem um compressor e rende 320 cv e é associado a um elétrico de 87 cv. O conjunto híbrido gera 407 cv. No caso do T5, o motor 2.0 entrega 254 cv. A potência estimada para o T4 é de 190 cv (como no XC40 de entrada). Fonte: Jornal do Carro
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15/03/2019
VOLVO XC90 REESTILIZADO CHEGA AO BRASIL NO SEGUNDO SEMESTRE
A Volvo confirmou que trará o facelift do SUV XC90 ao Brasil ainda neste ano. O carro começará a ser produzido na fábrica da marca na Suécia em maio e deve desembarcar por aqui no segundo semestre de 2019, embora ainda não se saiba quando ele deve custar. Entre as novidades para o modelo destaca-se uma atualização no sistema do motor híbrido. De acordo com a montadora, esse motor agora virá equipado de um sistema cinético de frenagemque oferece até 15% de economia de combustível. A reestilização do Volvo XC90 chega com leves mudanças no exterior: novas rodas, mais opções de cores e grade dianteira renovada. Por dentro, a maior novidade é uma gama ampliada de materiais oferecidos para o revestimento interno, incluindo até mesmo uma mistura de lã. Além disso, agora o cliente poderá escolher diferentes configurações dos bancos: serão quatro, seis ou sete assentos. Atualmente, apenas uma versão do SUV de luxo oferece a luxuosa opção de quatro bancos. No que diz respeito a tecnologias, o SUV passa a ter o recurso de mitigação de pista oposta, que já estava no Volvo XC60. Essa tecnologia auxilia o motorista a evitar colisões com carros que estejam se aproximando na pista contrária. Ainda, a central multimídia foi atualizada, o serviço de streaming de música Spotify agora virá integrado ao carro e, além de ser compatível com o Apple Carplay, o XC90 agora responde também ao Android Auto. O Volvo XC90 foi lançado em 2015. Atualmente, o carro vende cerca de 800 unidades do modelo por ano no Brasil, mas o objetivo da marca sueca é saltar para mil a 1.100 unidades no mesmo período em 2019. Fonte: Auto Esporte
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04/02/2019
Teste: Volvo V60 é uma alternativa de luxo aos fãs de SUVs
Sempre que alguma novidade chega à minha garagem, tento convidar o maior número possível de cobaias para andar no banco do passageiro e dar alguns pitacos sobre o carro. Afinal, nenhuma avaliação deve levar em consideração apenas as preferências do jornalista. Então, é claro que não seria diferente com a recém-lançada Volvo V60. Para ser sincero, eu e boa parte dos colegas de QUATRO RODAS ficamos entusiasmados com a chegada de mais uma perua ao mercado brasileiro. Só que, para a minha realidade de hoje – morador de São Paulo (SP), a apenas 5 km do trabalho e sem filhos – até o Smart ForTwo é o carro ideal. Mas será que o modelo sueco convence o consumidor comum? E os atuais fãs de SUVs? Por dentro, não há muitas novidades quando comparada ao irmão (literalmente) maior, o SUV XC60. O painel segue o mesmo desenho, com direito a central multimídia com tela de 9 polegadas, quadro de instrumentos digital e até os mesmos materiais de acabamento. Mas basta sentar no banco para notar a principal diferença: a posição de dirigir é baixa e esportiva. Essa vocação agressiva se torna ainda mais óbvia com a ficha técnica em mãos. O motor 2.0 turbo a gasolina com 254 cv de potência e 35,7 mkgf de torque, aliado ao câmbio automático de oito marchas, é igual ao usado no XC equivalente. Se esse conjunto já empolga no SUV (que tem tração integral), imagine quando aplicado à nova embalagem até 197 kg mais leve e 7,4 cm mais próxima do chão. Pensei que essa personalidade mais emotiva e passional pudesse cativar meu pai, primeiro convidado para experimentar o banco do passageiro – justamente ele, típico comprador de utilitários esportivos. “E de que adianta ser bom ao dirigir, se ele raspa todas as vezes que saio da garagem?”, perguntou minha cobaia em tom de desafio. E admito que o sr. Fernando realmente tinha razão. E olha que a V60 surpreendeu na pista de testes, onde só levou 7,3s para chegar a 100 km/h. Mais que isso, manteve o bom acerto da suspensão dos Volvo mais recentes: confortável na cidade, sem reduzir a estabilidade na estrada. E a direção progressiva também vai bem nos dois cenários. Até tentei convencê-lo com a economia de R$ 55.000 – ela custa R$ 199.950 na versão única T5 Momentum. E pouparia combustível: a V60 fez 8,8 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada, contra 8,1 e 11,6 do SUV. Até poderia ser um ótimo negócio se a perua não tivesse perdido itens importantes do XC60. Quer exemplos? Não há a câmera de ré (que, de tão básico, é difícil de acreditar não ser de série) e o teto solar panorâmico. Já a chave presencial só vem nas versões mais caras do SUV.   Completo na segurança Mas não dá para dizer que ela veio pelada ao nosso mercado. Há condução semiautônoma, frenagem de emergência, alerta de mudança de faixa que pode atuar no volante, proteção ativa contra saída da estrada, ar-condicionado digital com duas zonas, bancos dianteiros com regulagens elétricas (e memória para motorista), além dos sensores de estacionamento nos para-choques dianteiros e traseiros.  “Não adianta ter tudo isso, se parece que estou debaixo de todos os outros carros no trânsito”, insistiu meu pai. E, de fato, essa reclamação parece ter se tornado cada vez mais comum entre as pessoas que convido para andar nos carros de passeio convencionais. Nem meu irmão mais novo, que ficou confinado à segunda fileira, gostou de voltar ao degrau abaixo dos SUVs. Talvez meu maninho, apesar de ter só 9 anos de idade, tenha se sentido incomodado com o teto mais baixo quando comparado ao XC60 – ele também foi meu passageiro quando o SUV passou pela garagem lá de casa. E ainda pesa contra a novidade o túnel central elevado, que acaba reduzindo o bom espaço atrás para apenas duas pessoas, que ao menos têm saídas de ventilação exclusivas nas colunas. No fim das contas, nenhum dos meus convidados, infelizmente, trocaria o utilitário da Volvo pelo V60, apesar da economia na ponta do lápis. Com isso, percebi que o principal problema das peruas foi a evolução dos SUVs: eles se tornaram veículos versáteis, são agradáveis de dirigir, transmitem segurança nas ruas e já não são trambolhos com chassi de picape. Na cadeia alimentar automotiva, foi suficiente para engolir outros segmentos (como hatches médios e até alguns sedãs). É provável que as peruas sobrevivam como nicho de mercado, a exemplo dos discos de vinil, mas alguns perguntarão: “Quem ainda compra esses carros?”     No fim das contas, nenhum dos meus convidados, infelizmente, trocaria o utilitário da Volvo pelo V60, apesar da economia na ponta do lápis. Com isso, percebi que o principal problema das peruas foi a evolução dos SUVs: eles se tornaram veículos versáteis, são agradáveis de dirigir, transmitem segurança nas ruas e já não são trambolhos com chassi de picape. Na cadeia alimentar automotiva, foi suficiente para engolir outros segmentos (como hatches médios e até alguns sedãs). É provável que as peruas sobrevivam como nicho de mercado, a exemplo dos discos de vinil, mas alguns perguntarão: “Quem ainda compra esses carros?”     Fonte: Quatro Rodas
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05/01/2019
Volvo ofertará câmera voltada para o motorista como item opcional
A Volvo promete inovar nos próximos meses com a oferta de mais um recurso relacionado à segurança em seus veículos. Conforme anunciado pelo diretor-chefe da marca, Atif Rafiq, câmeras posicionadas em direção ao motorista serão oferecidas como item opcional dentro de no máximo 12 meses com o objetivo de otimizar a condução e garantir a segurança dos ocupantes a bordo. A ideia é usar o equipamento para monitorar o comportamento do motorista e eventualmente gerar comandos ou ações que possam evitar acidentes. A expectativa é que os dispositivos tenham condições de captar sinais de fadiga, detectar problemas de saúde e acionar sistemas capazes de alertar o motorista sobre possíveis perigos e riscos (desde que o carro seja equipado com sistemas específicos para este fim). Outro uso atribuído às câmeras é o reconhecimento facial. Com o motorista a bordo, o equipamento poderá fazer a identificação e ajustar as configurações do veículo de acordo com preferências como inclinação dos bancos, ajuste dos retrovisores e temperatura do ar-condicionado. Sobre preocupações com a privacidade do motorista, a Volvo garante que as imagens captadas não serão compartilhadas ou usadas em situações que não sejam relacionadas à própria segurança dos ocupantes.    Fonte: Motor1
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30/11/2018
Teste: Volvo V60, uma perua feita para desafiar SUVs
Sempre que alguma novidade chega à minha garagem, tento convidar o maior número possível de cobaias para andar no banco do passageiro e dar alguns pitacos sobre o carro. Afinal, nenhuma avaliação deve levar em consideração apenas as preferências do jornalista. Então, é claro que não seria diferente com a recém-lançada Volvo V60. Para ser sincero, eu e boa parte dos colegas de QUATRO RODAS ficamos entusiasmados com a chegada de mais uma perua ao mercado brasileiro. Só que, para a minha realidade de hoje – morador de São Paulo (SP), a apenas 5 km do trabalho e sem filhos – até o Smart ForTwo é o carro ideal. Mas será que o modelo sueco convence o consumidor comum? E os atuais fãs de SUVs? Por dentro, não há muitas novidades quando comparada ao irmão (literalmente) maior, o SUV XC60. O painel segue o mesmo desenho, com direito a central multimídia com tela de 9 polegadas, quadro de instrumentos digital e até os mesmos materiais de acabamento. Mas basta sentar no banco para notar a principal diferença: a posição de dirigir é baixa e esportiva. Essa vocação agressiva se torna ainda mais óbvia com a ficha técnica em mãos. O motor 2.0 turbo a gasolina com 254 cv de potência e 35,7 mkgf de torque, aliado ao câmbio automático de oito marchas, é igual ao usado no XC equivalente. Se esse conjunto já empolga no SUV (que tem tração integral), imagine quando aplicado à nova embalagem até 197 kg mais leve e 7,4 cm mais próxima do chão. Pensei que essa personalidade mais emotiva e passional pudesse cativar meu pai, primeiro convidado para experimentar o banco do passageiro – justamente ele, típico comprador de utilitários esportivos. “E de que adianta ser bom ao dirigir, se ele raspa todas as vezes que saio da garagem?”, perguntou minha cobaia em tom de desafio. E admito que o sr. Fernando realmente tinha razão. E olha que a V60 surpreendeu na pista de testes, onde só levou 7,3s para chegar a 100 km/h. Mais que isso, manteve o bom acerto da suspensão dos Volvo mais recentes: confortável na cidade, sem reduzir a estabilidade na estrada. E a direção progressiva também vai bem nos dois cenários. Até tentei convencê-lo com a economia de R$ 55.000 – ela custa R$ 199.950 na versão única T5 Momentum. E pouparia combustível: a V60 fez 8,8 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada, contra 8,1 e 11,6 do SUV. Até poderia ser um ótimo negócio se a perua não tivesse perdido itens importantes do XC60. Quer exemplos? Não há a câmera de ré (que, de tão básico, é difícil de acreditar não ser de série) e o teto solar panorâmico. Já a chave presencial só vem nas versões mais caras do SUV. Mas não dá para dizer que ela veio pelada ao nosso mercado. Há condução semiautônoma, frenagem de emergência, alerta de mudança de faixa que pode atuar no volante, proteção ativa contra saída da estrada, ar-condicionado digital com duas zonas, bancos dianteiros com regulagens elétricas (e memória para motorista), além dos sensores de estacionamento nos para-choques dianteiros e traseiros. “Não adianta ter tudo isso, se parece que estou debaixo de todos os outros carros no trânsito”, insistiu meu pai. E, de fato, essa reclamação parece ter se tornado cada vez mais comum entre as pessoas que convido para andar nos carros de passeio convencionais. Nem meu irmão mais novo, que ficou confinado à segunda fileira, gostou de voltar ao degrau abaixo dos SUVs. Talvez meu maninho, apesar de ter só 9 anos de idade, tenha se sentido incomodado com o teto mais baixo quando comparado ao XC60 – ele também foi meu passageiro quando o SUV passou pela garagem lá de casa. E ainda pesa contra a novidade o túnel central elevado, que acaba reduzindo o bom espaço atrás para apenas duas pessoas, que ao menos têm saídas de ventilação exclusivas nas colunas. No fim das contas, nenhum dos meus convidados, infelizmente, trocaria o utilitário da Volvo pelo V60, apesar da economia na ponta do lápis. Com isso, percebi que o principal problema das peruas foi a evolução dos SUVs: eles se tornaram veículos versáteis, são agradáveis de dirigir, transmitem segurança nas ruas e já não são trambolhos com chassi de picape. Na cadeia alimentar automotiva, foi suficiente para engolir outros segmentos (como hatches médios e até alguns sedãs). É provável que as peruas sobrevivam como nicho de mercado, a exemplo dos discos de vinil, mas alguns perguntarão: “Quem ainda compra esses carros?” Fonte: Quatro Rodas.
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15/10/2018
Volvo sobe de nível o sedã médio S60, o seu ?America first?
Carro fabricado nos EUA ganha mais esportividade, luxo e tecnologia para brigar com Audi, BMW e Mercedes  A exemplo do que já vinha fazendo nos últimos anos com sua linha de veículos, desta vez a Volvo Carselevou o nível tecnológico, desempenho e estilo da nova geração do S60, seu sedã médio que este ano passou a ser produzido unicamente nos Estados Unidos, em Charleston, Carolina do Sul, onde a empresa sueca (controlada desde 2010 pela chinesa Geely) investiu US$ 1,1 bilhão para construir sua primeira fábrica em território americano, com capacidade para 150 mil carros/ano – o primeiro deles é o S60 e no fim do próximo ano entra em linha o SUV de grande porte XC90.  Com um automóvel made in USA, a fabricante quer exportar ao menos metade da produção americana para todo o mundo e assim ganha poder de troca comercial para satisfazer a pressão do governo Trump por industrialização no país, seguindo o mote “America first”, ao mesmo tempo em que coloca no mercado global – e principalmente nos EUA – um produto de qualidade superior para competir em igualdade com os campeões alemães do segmento; leia-se BMW Série 3, Mercedes-Benz Classe C e Audi A4.  O S60 é o primeiro da linha Volvo que não terá versões com motorização diesel, que a sueca pretende eliminar totalmente no horizonte até 2025, mas oferece opção híbrida, perseguindo a meta de no mesmo período à frente concentrar ao menos um quarto de suas vendas globais em modelos eletrificados.  Até o fim deste ano, o sedã começa primeiro a ser vendidos nos Estados Unidos, por preços que vão de US$ 35,8 mil (a mais simples das versões T5) a US$ 55,4 mil (o T8 híbrido com preparação esportiva Polestar). Depois o carro segue gradativamente para outros mercados. A chegada no Brasil está prevista entre junho e julho de 2019 – junto com um de seus principais concorrentes, o novo BMW Série 3. Mas a marca ainda não tem estratégia definida sobre quais versões estarão disponíveis aos brasileiros, ainda que a ideia seja começar pelo andar de cima. “O novo S60 é um dos mais excitantes produtos que já fizemos. É um verdadeiro carro para quem dirige, que nos dá uma forte posição nos mercados de sedãs da China e Estados Unidos, criando mais oportunidade de crescimento”, resume Hakan Samuelsson, presidente da Volvo Cars. A Volvo de fato caprichou no novo S60, colocou no carro tudo que tem de melhor, a começar pela sua moderna plataforma modular SPA, a mesma que já subiu o nível de outros de seus modelos, como o sedã grande S90, a perua V60 e os SUVs XC60 e XC90. Sobre a nova base o S60 ganhou mais tecnologia de segurança e entretenimento, a mesma já encontrada nos irmãos de plataforma, além de mais conforto com entre-eixos 10 cm maior do que a geração anterior (2,77 m contra 2,87 m) e ficou 13 cm mais longo (4,63 m contra 4,76 m). Com isso, o sedã projetado na Suécia e produzido nos EUA também ficou ligeiramente maior por dentro e por fora do que os três concorrentes alemães.  A redução de 5 cm na altura para 1,43 m melhorou a aerodinâmica, conferiu ao carro pegada mais esportiva com silhueta alongada, que faz jus à classificação de “sedã esportivo” conferida pela Volvo ao seu carro. A posição de dirigir mais baixa foi pensada justamente para dar ao motorista essa “sensação esportiva”.  A Volvo também manteve no novo S60 a estratégia de ficar acima da concorrência em potência. As três motorizações quatro-cilindros turboalimentadas de 2 litros que devem vir ao Brasil oferecem disposição de sobra: T5 de 254 cv com tração dianteira, T6 de 320 cv integral AWD e T8 Polestar híbrido de 407 cv – este com uma bem-afinada dupla motorização, a combustão de 320 cv puxando a dianteira e elétrica de 87 cv no eixo traseiro. Todas as versões são equipadas com um esperto câmbio automático de oito marchas, com aletas no volante para trocas manuais, mas a T8 usa comando eletrônico (by wire).    PRAZER EM DIRIGIR A Volvo colocou a primeira fornada do S60 americano nas versões T6 R-Design e T8 Polestar, ainda em pré-série, para ser testada na região de Los Angeles, Califórnia, por jornalistas dos principais mercados onde o carro será vendido. Não se ouviu reclamações, comprovando que o carro tem qualidades no mínimo tão refinadas quanto a de seus concorrentes.  Ambos, T6 e T8, são bem-acabados por dentro e por fora, com oferta de interessantes novas cores metálicas foscas, além de rodas de alumínio de 19 ou 20 polegadas. Na traseira, o novo desenho das lanternas resolveu o velho design sem graça das antigas gerações dos sedãs Volvo. Na dianteira, a assinatura luminosa dos faróis em LED na forma de “T” deitado garante aparência sofisticada.  O T8 Polestar tem grade dianteira e rodas com desenho exclusivo, que deixam aparecer as enormes pinças de freios Brembo pintadas em dourado. Os cintos de segurança da versão esportiva são amarelo-ouro. Nada disso combina, entretanto, com o excessivamente sóbrio “ladrilho” branco afixado na grade que identifica a marca Polestar.  No interior, volante, painel, portas e bancos são finamente revestidos em couro napa. O quadro de instrumentos é 100% digital e no centro do painel fica a enorme tela de nove polegadas do sistema multimídia Sensus, que controla climatização, rádio, som de 1,1 mil wats, navegação, configurações ajustáveis do veículo e conexão com smartphone, via Apple Car Play, Android Auto e wifi 4G a bordo.  A fabricante sueca aposta que os principais diferenciais do novo S60 em relação aos competidores alemães são o ar-condicionado com quatro zonas de temperatura, o teto solar panorâmico, bancos ventilados com massagem, o sistema multimídia Sensus (agora com processador 50% mais rápido) e a oferta da versão híbrida plug-in, que tem autonomia elétrica de até 40 km e pode recarregar as baterias na tomada.    HÍBRIDO REFINADO   Acelerar o novo S60 com 320 ou 407 cavalos é diversão garantida, só interrompida pelo respeito aos limites de velocidade. Mas o T8 híbrido plug-in representa uma atração tecnológica à parte, combinação perfeita de eletrificação com performance. Segundo a Volvo, o powertrain eletrificado reduz em até 35% o consumo. É possível dirigi-lo em modo esportivo, com a força dos dois motores que garante acelerações vigorosas e estabilidade nas curvas com a tração integral e suspensão ativa regulável. Mas não é nada mal conduzir o S60 em modo elétrico, ideal para o trânsito das cidades. O carro chega em torno de 60 km/h só com tração elétrica e pode rodar sem emissões por até 40 km antes de ligar o motor a combustão.  As baterias de lítio alocadas no centro do chassi são recarregadas de três formas: pelo motor a combustão, recuperação de energia de frenagem ou na tomada – uma recarga completa leva cerca de três horas. A transmissão do T8 híbrido tem a função “B”, de brake, uma espécie de marcha reduzida para reaproveitar melhor a geração de energia em descidas. Na prática, fica até mais confortável dirigir descendo uma serra, por exemplo, com o câmbio em B, pois basta tirar o pé do acelerador que o carro começa a reduzir, muitas vezes o suficiente para que nem seja necessário pisar no pedal de freio.  AUTONOMIA E SEGURANÇA O S60 também oferece prazer em não dirigir: seu sistema de piloto automático Pilot Assist ajuda o motorista a guiar com aceleração e frenagem automáticas em relação ao carro da frente (ACC), também assume o volante e faz curvas de forma autônoma a até 130 km/h – câmera e sensores monitoram a faixa de rodagem e quem vai adiante para transmitir comandos ao volante, freios e acelerador.  Em caso de emergência, os freios são acionados automaticamente e se não houver espaço suficiente para evitar a colisão a direção também é acionada para desviar do obstáculo, carro, ciclista, pedestre ou animal de grande porte. Se a pancada for inevitável, os cintos de segurança se retraem e os sete airbags entram em ação. Isso mesmo, além de bonito, confortável e potente, o S60 também é muito seguro.  Fonte: Automotive Business
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27/09/2018
Volvo XC40: primeiras impressões
Menor SUV da marca sueca chega com a missão de ser recordista em vendas. Ele é mais equipado e custa menos que rivais alemães; porém, carrega peso de ser menos conhecido. Desde a “morte” do C30, em 2013, a Volvo não tinha um modelo com design “descolado”. Aliás, o adjetivo nunca combinou muito com a marca sueca, muito mais conhecida pela sobriedade e pelo nível elevado de segurança. A Volvo acertou em cheio na atual identidade visual, inaugurada com o XC90, mas as linhas tomam o caminho da sofisticação. É aí que entra o XC40. O menor SUV da marca pretende atender ao desejo de um público mais jovem, que não quer mais um hatch, mas resiste em comprar um sedã ou uma perua. A responsabilidade do novo modelo é tão grande que os suecos esperam que o XC40 represente um terço das vendas da Volvo no país. Isso significa 2 mil das 6 mil unidades projetadas para 2018. Caso o objetivo seja alcançado, será o melhor resultado em emplacamentos da história da filial brasileira.   Irmão diferente Dá para notar que o XC40 é da mesma família de XC60 e XC90. Mas o irmão menor traz personalidade própria. A frente ainda traz o farol fino com a luz diurna de LED formando o “martelo de Thor”, mas o perfil e a traseira são bastante diferentes. As portas traseiras, por exemplo, são possuem grandes e angulosos recortes, criando uma falsa vigia. O desenho ajuda a reforçar a generosa largura da coluna C. Olhando a traseira, as lanternas mantêm o arranjo vertical, mas invadem a carroceria lateralmente. A placa acabou posicionada no para-choque, deixando a tampa do porta-malas com visual mais limpo. A cabine segue na mesma “pegada”, semelhante, mas diferente. Igual pelo quadro de instrumentos digital, pela grande central multimídia e nas saídas de ar dispostas verticalmente. Mas diferente nas texturas usadas nos painéis e na versatilidade dos diversos porta-objetos. O XC40 é capaz de seguir o veículo que vai à frente em velocidades de até 130 km/h, incluindo em curvas. Também há detecção e alerta de mudança de faixa, alerta de colisão frontal, frenagem automática de emergência, câmera de ré, leitura das placas de trânsito. Entre os itens de conforto, há ar-condicionado com duas zonas de temperaturas, carregador de celular por indução, som com 13 alto-falantes, bancos de couro e assentos dianteiros com regulagens elétricas e do motorista com memória, teto solar, 6 airbags, acesso e partida com chave presencial, sensores de luz, chuva e estacionamento dianteiro e traseiro, rodas de 20 polegadas e abertura elétrica do porta-malas.   Menor e mais ágil Além de ser a configuração mais completa, a R-Design também é a opção mais potente do XC40. Ela traz o mesmo motor 2.0 turbo de 254 cavalos e 35,7 kgfm do XC60. A transmissão automática de 8 marchas também é compartilhada entre os dois modelos. Desta forma, como o SUV menor é 164 kg mais leve, o desempenho também é melhor do que no "irmão" maior. De acordo com a Volvo, o XC40 acelera de 0 a 100 km/h em 6,4 segundos, 0,4 segundo mais rápido do que o XC60. A suspensão do XC40 é bastante rígida, mas não chega a ser desconfortável. Seu arranjo é independente nas quatro rodas. As rodas de 20 polegadas, calçadas por pneus de perfil baixo, reforçam a esportividade. Caso o motorista deseje, é possível deixar o conjunto ainda mais firme, alternando o modo de condução para Dynamic, o mais “apimentado”. Nele, o pedal do acelerador fica mais sensível, a direção mais direta, as trocas de marchas acontecem em rotações mais altas, e a suspensão se enrijece ainda mais. Para tentar aliviar a sede do XC40, ainda há o modo Eco, que deixa as respostas mais mansas. É uma forma de melhorar o consumo. Na semana em que o G1 avaliou o modelo, o computador de bordo dificilmente registrou marcas melhores que 7,5 km/l, sendo que o uso foi praticamente todo urbano, quase sempre no modo Comfort.   Fora isso, todos os outros ocupantes viajam com conforto. O entre-eixos de 2,70 metros garante a comodidade até dos mais altos. No porta-malas, vão 460 litros, deixando o Volvo na média do segmento. A tampa pode ser aberta com o movimento de passar os pés sob o para-choque. Dentro do compartimento, uma boa sacada. Ao rebater a tampa do fundo falso, o motorista ganha 3 alças para pendurar sacolas de supermercado, que não ficam soltas pelo bagageiro, espalhando latas e embalagens por todos os lados.   Conclusão É difícil encontrar modelos com vantagens tão amplas em relação aos rivais como acontece com o Volvo XC40. Mesmo que tenha defeitos pontuais, o sueco é bem superior aos seus concorrentes. A briga só deve ficar mais parelha com a nova geração do Audi Q3, lançada há pouco na Europa. Mas, se ele já é mais caro hoje, imagine quando chegar totalmente renovado. Fonte: G1    
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18/09/2018
Volvo S60 2019 esbanja estilo e modernidade em nova geração
Para completar a nova geração da família série 60, a Volvo acaba de anunciar a chegada do novo S60. Menor sedã da linha da fabricante sueca, o novo modelo estreia destacando o visual mais moderno (que na verdade parece ser uma miniatura do irmão maior S90). Além disso tem um interior amplamente refinado e tecnológico e a ampla lista de recursos de conectividade e assistência ao condutor. Além disso, o novo Volvo S60 2019 é o primeiro carro da empresa a sair da linha de produção de Charleston, nos Estados Unidos. Esta é a terceira geração do Volvo S60. “O novo S60 é um dos carros Volvo mais empolgantes que já fabricamos”, disse o presidente e diretor executivo da Volvo Cars, Håkan Samuelsson. “É um automóvel de verdade que nos dá uma forte posição nos mercados de sedãs dos EUA e da China, criando mais oportunidades de crescimento para a Volvo Cars”. Fonte: Notícias Automotivas
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13/07/2018
Volvo XC40 T5 Momentum: Tem potencial
O Volvo XC40 quer ser referência no segmento para atrair os compradores dos rivais da Audi, BMW e Mercedes-Benz Guardadas as devidas proporções, o Volvo XC40, é “cara de um, focinho de outro”, se comparado ao XC90 e XC60. Produzido em Ghent, na Bélgica, é o primeiro SUV compacto do fabricante sueco e estreia a plataforma modular Compact Modular Arquitecture (CMA), cujo co-desenvolvimento ocorreu ao lado da chinesa Geely (dona da Volvo) – XC60 e XC90 utilizam a base SPA (Scalable Product Architecture). A semelhança com os irmãos maiores está na dianteira vertical, com a grade côncava e os faróis “Martelo de Thor”. As caixas de rodas saltadas transmitem robustez e atrás as lanternas verticais seguem a identidade dos atuais utilitários esportivos da marca. A sintonia com os irmãos XC60 e XC90 também está no interior. O acabamento esmerado ainda traz carregamento de smartphone por indução, quadro de instrumentos digital de 12,3” e porta-objetos espalhados inteligentemente pela cabine. As laterais de portas são forradas de carpete e ajudam a filtrar ruídos. Aliás, o isolamento acústico é muito bom. O multimídia Sensus Connect no centro do painel tem tela tátil de 9” e conectividade Android Auto/Apple CarPlay. Intuitiva de operar, ela permite controlar praticamente todas as funções do XC40. Entretanto, por vezes, ela distrai o motorista, como na hora de selecionar a temperatura do ar-condicionado de duas zonas. Os alto-falantes vão instalados sob o painel e o áudio é emitido pelas saídas de ar.   O interior espaçoso é atribuído à carroceria de 4.425 mm de comprimento, 1.863 mm de largura, 1.652 mm de altura e generosos 2.702 mm de entre-eixos. Não tão compacto, o porte é semelhante ao dos rivais Audi Q3, BMW X1 e Mercedes-Benz GLA. O porta-malas tem 460 litros e a boa sacada está no piso do assoalho modular que permite carregar objetos pequenos na parte de baixo ou, quando levantado, conta com presilhas para prender sacolas. À venda nas versões T5 Momentum de R$ 194.950 (avaliada) e T5 R-Design (R$ 214.950), ele também será oferecido na configuração T4 (R$ 169.950) a partir de julho deste ano. Além disso, pode ser adquirido pelo público PcD (Pessoas com Deficiência) com valores de R$ 145.950, R$ 169.950 e R$ 189.950, na ordem. As opções T5 utilizam motor 2.0 turbo e injeção direta de 252 cv de potência e 35,7 kgfm de torque. Na versão T4, o mesmo 2.0 rende 190 cv e 30,6 kgfm. Ao volante da configuração Momentum, a condução agrada pelas respostas de prontidão desde os baixos giros e acompanhadas das mudanças quase imperceptíveis do câmbio automático de oito marchas – as trocas ou reduções sequenciais são feitas movendo a alavanca para a esquerda ou a direita. Estão disponíveis cinco modos de condução (Eco, Comfort, Off-Road, Dynamic e Individual), que mudam os parâmetros de respostas do motor, o câmbio, da direção, dos freios e do controle de estabilidade. Guiando-o no programa Eco, ao aliviar o pé do acelerador, a marcha é desengatada (função Roda Livre) para ajudar a poupar combustível. á ao extrair mais do XC40, ele responde à altura e aumenta a diversão, com o sopro do turbocompressor invadindo a cabine. A tração é integral sob demanda e, de acordo com as medições da CARRO, o XC40 fez de 0 a 100 km/h em 6s63 – Audi Q3 2.0 Ambition Quattro (6s25), BMW X1 Xdrive 25i (7s20) e Mercedes-Benz GLA 250 (7s53). Esses três últimos custam R$ 210.990, R$ 232.950 e R$ 237.900, respectivamente. A suspensão dianteira é independente McPherson e a traseira, multibraço. Elas priorizam o conforto, impedindo da carroceria rolar além da conta nas curvas. Outro elogio vai para a boa altura em relação ao solo de 210 mm – são 183 mm no X1, só para citar -, que ajuda quem enfrenta um trecho leve off-road. A direção ágil ao esterço só poderia ser mais fi rme em velocidades mais altas. Os freios dianteiros usam discos ventilados e sólidos atrás. Aliás, nos testes de frenagem (80-0 km/h, 100-0 km/h e 120-0 km/h) o XC40 foi inferior aos alemães Audi Q3 e Mercedes-Benz GLA e melhor comparado ao BMW X1. Apesar desse revés, o Volvo dá um show à parte no quesito segurança. Estão disponíveis controle de estabilidade/tração, assistentes de partida em aclive/declive e de descidas íngremes e frenagem automática para diminuir os riscos de colisão contra veículos, pedestres e animais de grande porte. Outro recurso é o sistema de Mitigação de Pista Oposta, que atua entre 65 km/h e 140 km/h e ajuda o condutor a evitar batidas em veículos que se aproximam vindos da pista contrária. Também estão disponíveis o alerta de mudança de faixa/tráfego cruzado e proteção de saída de faixa. A condução semiautônoma, na Momentum, é cobrada à parte por R$ 5.000 e está disponível de série na R-Design. Ela funciona até 130 km/h e atua sobre os freios até parar o veículo ou esterça a direção, com controle de cruzeiro adaptativo. O plano de revisões tem preço fixo até os 150.000 km. A mais cara é a de 60 mil km (R$ 3.399). Conclusão Por Rafael Poci Déa Se no passado, os Volvo exibiam linhas quadradas, como dos modelos 850 e 460, atualmente o fabricante sueco dá um show à parte no quesito desenho. Afi nal, o exterior/interior do XC40 seguiu os traços da dupla XC60 e XC90. Não só isso, como também agradam as respostas do motor a partir das baixas rotações e o trabalho suave do câmbio automático permitindo rodar grande parte do tempo em giro baixo. A plataforma modular CMA a qual é feito já está preparada para a eletrifi cação. Aliás, a meta até 2025 é de todos os carros produzidos serem híbridos (como já ocorre em uma versão do XC90), plug-in ou elétricos. Só falta isso para o XC40 fi car perfeito. *Texto publicado originalmente na edição 296 (junho/2018)da Revista CARRO Fonte: Revista Carro
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