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Notícias

30/11/2018
Teste: Volvo V60, uma perua feita para desafiar SUVs
Sempre que alguma novidade chega à minha garagem, tento convidar o maior número possível de cobaias para andar no banco do passageiro e dar alguns pitacos sobre o carro. Afinal, nenhuma avaliação deve levar em consideração apenas as preferências do jornalista. Então, é claro que não seria diferente com a recém-lançada Volvo V60. Para ser sincero, eu e boa parte dos colegas de QUATRO RODAS ficamos entusiasmados com a chegada de mais uma perua ao mercado brasileiro. Só que, para a minha realidade de hoje – morador de São Paulo (SP), a apenas 5 km do trabalho e sem filhos – até o Smart ForTwo é o carro ideal. Mas será que o modelo sueco convence o consumidor comum? E os atuais fãs de SUVs? Por dentro, não há muitas novidades quando comparada ao irmão (literalmente) maior, o SUV XC60. O painel segue o mesmo desenho, com direito a central multimídia com tela de 9 polegadas, quadro de instrumentos digital e até os mesmos materiais de acabamento. Mas basta sentar no banco para notar a principal diferença: a posição de dirigir é baixa e esportiva. Essa vocação agressiva se torna ainda mais óbvia com a ficha técnica em mãos. O motor 2.0 turbo a gasolina com 254 cv de potência e 35,7 mkgf de torque, aliado ao câmbio automático de oito marchas, é igual ao usado no XC equivalente. Se esse conjunto já empolga no SUV (que tem tração integral), imagine quando aplicado à nova embalagem até 197 kg mais leve e 7,4 cm mais próxima do chão. Pensei que essa personalidade mais emotiva e passional pudesse cativar meu pai, primeiro convidado para experimentar o banco do passageiro – justamente ele, típico comprador de utilitários esportivos. “E de que adianta ser bom ao dirigir, se ele raspa todas as vezes que saio da garagem?”, perguntou minha cobaia em tom de desafio. E admito que o sr. Fernando realmente tinha razão. E olha que a V60 surpreendeu na pista de testes, onde só levou 7,3s para chegar a 100 km/h. Mais que isso, manteve o bom acerto da suspensão dos Volvo mais recentes: confortável na cidade, sem reduzir a estabilidade na estrada. E a direção progressiva também vai bem nos dois cenários. Até tentei convencê-lo com a economia de R$ 55.000 – ela custa R$ 199.950 na versão única T5 Momentum. E pouparia combustível: a V60 fez 8,8 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada, contra 8,1 e 11,6 do SUV. Até poderia ser um ótimo negócio se a perua não tivesse perdido itens importantes do XC60. Quer exemplos? Não há a câmera de ré (que, de tão básico, é difícil de acreditar não ser de série) e o teto solar panorâmico. Já a chave presencial só vem nas versões mais caras do SUV. Mas não dá para dizer que ela veio pelada ao nosso mercado. Há condução semiautônoma, frenagem de emergência, alerta de mudança de faixa que pode atuar no volante, proteção ativa contra saída da estrada, ar-condicionado digital com duas zonas, bancos dianteiros com regulagens elétricas (e memória para motorista), além dos sensores de estacionamento nos para-choques dianteiros e traseiros. “Não adianta ter tudo isso, se parece que estou debaixo de todos os outros carros no trânsito”, insistiu meu pai. E, de fato, essa reclamação parece ter se tornado cada vez mais comum entre as pessoas que convido para andar nos carros de passeio convencionais. Nem meu irmão mais novo, que ficou confinado à segunda fileira, gostou de voltar ao degrau abaixo dos SUVs. Talvez meu maninho, apesar de ter só 9 anos de idade, tenha se sentido incomodado com o teto mais baixo quando comparado ao XC60 – ele também foi meu passageiro quando o SUV passou pela garagem lá de casa. E ainda pesa contra a novidade o túnel central elevado, que acaba reduzindo o bom espaço atrás para apenas duas pessoas, que ao menos têm saídas de ventilação exclusivas nas colunas. No fim das contas, nenhum dos meus convidados, infelizmente, trocaria o utilitário da Volvo pelo V60, apesar da economia na ponta do lápis. Com isso, percebi que o principal problema das peruas foi a evolução dos SUVs: eles se tornaram veículos versáteis, são agradáveis de dirigir, transmitem segurança nas ruas e já não são trambolhos com chassi de picape. Na cadeia alimentar automotiva, foi suficiente para engolir outros segmentos (como hatches médios e até alguns sedãs). É provável que as peruas sobrevivam como nicho de mercado, a exemplo dos discos de vinil, mas alguns perguntarão: “Quem ainda compra esses carros?” Fonte: Quatro Rodas.
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15/10/2018
Volvo sobe de nível o sedã médio S60, o seu ?America first?
Carro fabricado nos EUA ganha mais esportividade, luxo e tecnologia para brigar com Audi, BMW e Mercedes  A exemplo do que já vinha fazendo nos últimos anos com sua linha de veículos, desta vez a Volvo Carselevou o nível tecnológico, desempenho e estilo da nova geração do S60, seu sedã médio que este ano passou a ser produzido unicamente nos Estados Unidos, em Charleston, Carolina do Sul, onde a empresa sueca (controlada desde 2010 pela chinesa Geely) investiu US$ 1,1 bilhão para construir sua primeira fábrica em território americano, com capacidade para 150 mil carros/ano – o primeiro deles é o S60 e no fim do próximo ano entra em linha o SUV de grande porte XC90.  Com um automóvel made in USA, a fabricante quer exportar ao menos metade da produção americana para todo o mundo e assim ganha poder de troca comercial para satisfazer a pressão do governo Trump por industrialização no país, seguindo o mote “America first”, ao mesmo tempo em que coloca no mercado global – e principalmente nos EUA – um produto de qualidade superior para competir em igualdade com os campeões alemães do segmento; leia-se BMW Série 3, Mercedes-Benz Classe C e Audi A4.  O S60 é o primeiro da linha Volvo que não terá versões com motorização diesel, que a sueca pretende eliminar totalmente no horizonte até 2025, mas oferece opção híbrida, perseguindo a meta de no mesmo período à frente concentrar ao menos um quarto de suas vendas globais em modelos eletrificados.  Até o fim deste ano, o sedã começa primeiro a ser vendidos nos Estados Unidos, por preços que vão de US$ 35,8 mil (a mais simples das versões T5) a US$ 55,4 mil (o T8 híbrido com preparação esportiva Polestar). Depois o carro segue gradativamente para outros mercados. A chegada no Brasil está prevista entre junho e julho de 2019 – junto com um de seus principais concorrentes, o novo BMW Série 3. Mas a marca ainda não tem estratégia definida sobre quais versões estarão disponíveis aos brasileiros, ainda que a ideia seja começar pelo andar de cima. “O novo S60 é um dos mais excitantes produtos que já fizemos. É um verdadeiro carro para quem dirige, que nos dá uma forte posição nos mercados de sedãs da China e Estados Unidos, criando mais oportunidade de crescimento”, resume Hakan Samuelsson, presidente da Volvo Cars. A Volvo de fato caprichou no novo S60, colocou no carro tudo que tem de melhor, a começar pela sua moderna plataforma modular SPA, a mesma que já subiu o nível de outros de seus modelos, como o sedã grande S90, a perua V60 e os SUVs XC60 e XC90. Sobre a nova base o S60 ganhou mais tecnologia de segurança e entretenimento, a mesma já encontrada nos irmãos de plataforma, além de mais conforto com entre-eixos 10 cm maior do que a geração anterior (2,77 m contra 2,87 m) e ficou 13 cm mais longo (4,63 m contra 4,76 m). Com isso, o sedã projetado na Suécia e produzido nos EUA também ficou ligeiramente maior por dentro e por fora do que os três concorrentes alemães.  A redução de 5 cm na altura para 1,43 m melhorou a aerodinâmica, conferiu ao carro pegada mais esportiva com silhueta alongada, que faz jus à classificação de “sedã esportivo” conferida pela Volvo ao seu carro. A posição de dirigir mais baixa foi pensada justamente para dar ao motorista essa “sensação esportiva”.  A Volvo também manteve no novo S60 a estratégia de ficar acima da concorrência em potência. As três motorizações quatro-cilindros turboalimentadas de 2 litros que devem vir ao Brasil oferecem disposição de sobra: T5 de 254 cv com tração dianteira, T6 de 320 cv integral AWD e T8 Polestar híbrido de 407 cv – este com uma bem-afinada dupla motorização, a combustão de 320 cv puxando a dianteira e elétrica de 87 cv no eixo traseiro. Todas as versões são equipadas com um esperto câmbio automático de oito marchas, com aletas no volante para trocas manuais, mas a T8 usa comando eletrônico (by wire).    PRAZER EM DIRIGIR A Volvo colocou a primeira fornada do S60 americano nas versões T6 R-Design e T8 Polestar, ainda em pré-série, para ser testada na região de Los Angeles, Califórnia, por jornalistas dos principais mercados onde o carro será vendido. Não se ouviu reclamações, comprovando que o carro tem qualidades no mínimo tão refinadas quanto a de seus concorrentes.  Ambos, T6 e T8, são bem-acabados por dentro e por fora, com oferta de interessantes novas cores metálicas foscas, além de rodas de alumínio de 19 ou 20 polegadas. Na traseira, o novo desenho das lanternas resolveu o velho design sem graça das antigas gerações dos sedãs Volvo. Na dianteira, a assinatura luminosa dos faróis em LED na forma de “T” deitado garante aparência sofisticada.  O T8 Polestar tem grade dianteira e rodas com desenho exclusivo, que deixam aparecer as enormes pinças de freios Brembo pintadas em dourado. Os cintos de segurança da versão esportiva são amarelo-ouro. Nada disso combina, entretanto, com o excessivamente sóbrio “ladrilho” branco afixado na grade que identifica a marca Polestar.  No interior, volante, painel, portas e bancos são finamente revestidos em couro napa. O quadro de instrumentos é 100% digital e no centro do painel fica a enorme tela de nove polegadas do sistema multimídia Sensus, que controla climatização, rádio, som de 1,1 mil wats, navegação, configurações ajustáveis do veículo e conexão com smartphone, via Apple Car Play, Android Auto e wifi 4G a bordo.  A fabricante sueca aposta que os principais diferenciais do novo S60 em relação aos competidores alemães são o ar-condicionado com quatro zonas de temperatura, o teto solar panorâmico, bancos ventilados com massagem, o sistema multimídia Sensus (agora com processador 50% mais rápido) e a oferta da versão híbrida plug-in, que tem autonomia elétrica de até 40 km e pode recarregar as baterias na tomada.    HÍBRIDO REFINADO   Acelerar o novo S60 com 320 ou 407 cavalos é diversão garantida, só interrompida pelo respeito aos limites de velocidade. Mas o T8 híbrido plug-in representa uma atração tecnológica à parte, combinação perfeita de eletrificação com performance. Segundo a Volvo, o powertrain eletrificado reduz em até 35% o consumo. É possível dirigi-lo em modo esportivo, com a força dos dois motores que garante acelerações vigorosas e estabilidade nas curvas com a tração integral e suspensão ativa regulável. Mas não é nada mal conduzir o S60 em modo elétrico, ideal para o trânsito das cidades. O carro chega em torno de 60 km/h só com tração elétrica e pode rodar sem emissões por até 40 km antes de ligar o motor a combustão.  As baterias de lítio alocadas no centro do chassi são recarregadas de três formas: pelo motor a combustão, recuperação de energia de frenagem ou na tomada – uma recarga completa leva cerca de três horas. A transmissão do T8 híbrido tem a função “B”, de brake, uma espécie de marcha reduzida para reaproveitar melhor a geração de energia em descidas. Na prática, fica até mais confortável dirigir descendo uma serra, por exemplo, com o câmbio em B, pois basta tirar o pé do acelerador que o carro começa a reduzir, muitas vezes o suficiente para que nem seja necessário pisar no pedal de freio.  AUTONOMIA E SEGURANÇA O S60 também oferece prazer em não dirigir: seu sistema de piloto automático Pilot Assist ajuda o motorista a guiar com aceleração e frenagem automáticas em relação ao carro da frente (ACC), também assume o volante e faz curvas de forma autônoma a até 130 km/h – câmera e sensores monitoram a faixa de rodagem e quem vai adiante para transmitir comandos ao volante, freios e acelerador.  Em caso de emergência, os freios são acionados automaticamente e se não houver espaço suficiente para evitar a colisão a direção também é acionada para desviar do obstáculo, carro, ciclista, pedestre ou animal de grande porte. Se a pancada for inevitável, os cintos de segurança se retraem e os sete airbags entram em ação. Isso mesmo, além de bonito, confortável e potente, o S60 também é muito seguro.  Fonte: Automotive Business
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