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15/10/2018
Volvo sobe de nível o sedã médio S60, o seu ?America first?
Carro fabricado nos EUA ganha mais esportividade, luxo e tecnologia para brigar com Audi, BMW e Mercedes  A exemplo do que já vinha fazendo nos últimos anos com sua linha de veículos, desta vez a Volvo Carselevou o nível tecnológico, desempenho e estilo da nova geração do S60, seu sedã médio que este ano passou a ser produzido unicamente nos Estados Unidos, em Charleston, Carolina do Sul, onde a empresa sueca (controlada desde 2010 pela chinesa Geely) investiu US$ 1,1 bilhão para construir sua primeira fábrica em território americano, com capacidade para 150 mil carros/ano – o primeiro deles é o S60 e no fim do próximo ano entra em linha o SUV de grande porte XC90.  Com um automóvel made in USA, a fabricante quer exportar ao menos metade da produção americana para todo o mundo e assim ganha poder de troca comercial para satisfazer a pressão do governo Trump por industrialização no país, seguindo o mote “America first”, ao mesmo tempo em que coloca no mercado global – e principalmente nos EUA – um produto de qualidade superior para competir em igualdade com os campeões alemães do segmento; leia-se BMW Série 3, Mercedes-Benz Classe C e Audi A4.  O S60 é o primeiro da linha Volvo que não terá versões com motorização diesel, que a sueca pretende eliminar totalmente no horizonte até 2025, mas oferece opção híbrida, perseguindo a meta de no mesmo período à frente concentrar ao menos um quarto de suas vendas globais em modelos eletrificados.  Até o fim deste ano, o sedã começa primeiro a ser vendidos nos Estados Unidos, por preços que vão de US$ 35,8 mil (a mais simples das versões T5) a US$ 55,4 mil (o T8 híbrido com preparação esportiva Polestar). Depois o carro segue gradativamente para outros mercados. A chegada no Brasil está prevista entre junho e julho de 2019 – junto com um de seus principais concorrentes, o novo BMW Série 3. Mas a marca ainda não tem estratégia definida sobre quais versões estarão disponíveis aos brasileiros, ainda que a ideia seja começar pelo andar de cima. “O novo S60 é um dos mais excitantes produtos que já fizemos. É um verdadeiro carro para quem dirige, que nos dá uma forte posição nos mercados de sedãs da China e Estados Unidos, criando mais oportunidade de crescimento”, resume Hakan Samuelsson, presidente da Volvo Cars. A Volvo de fato caprichou no novo S60, colocou no carro tudo que tem de melhor, a começar pela sua moderna plataforma modular SPA, a mesma que já subiu o nível de outros de seus modelos, como o sedã grande S90, a perua V60 e os SUVs XC60 e XC90. Sobre a nova base o S60 ganhou mais tecnologia de segurança e entretenimento, a mesma já encontrada nos irmãos de plataforma, além de mais conforto com entre-eixos 10 cm maior do que a geração anterior (2,77 m contra 2,87 m) e ficou 13 cm mais longo (4,63 m contra 4,76 m). Com isso, o sedã projetado na Suécia e produzido nos EUA também ficou ligeiramente maior por dentro e por fora do que os três concorrentes alemães.  A redução de 5 cm na altura para 1,43 m melhorou a aerodinâmica, conferiu ao carro pegada mais esportiva com silhueta alongada, que faz jus à classificação de “sedã esportivo” conferida pela Volvo ao seu carro. A posição de dirigir mais baixa foi pensada justamente para dar ao motorista essa “sensação esportiva”.  A Volvo também manteve no novo S60 a estratégia de ficar acima da concorrência em potência. As três motorizações quatro-cilindros turboalimentadas de 2 litros que devem vir ao Brasil oferecem disposição de sobra: T5 de 254 cv com tração dianteira, T6 de 320 cv integral AWD e T8 Polestar híbrido de 407 cv – este com uma bem-afinada dupla motorização, a combustão de 320 cv puxando a dianteira e elétrica de 87 cv no eixo traseiro. Todas as versões são equipadas com um esperto câmbio automático de oito marchas, com aletas no volante para trocas manuais, mas a T8 usa comando eletrônico (by wire).    PRAZER EM DIRIGIR A Volvo colocou a primeira fornada do S60 americano nas versões T6 R-Design e T8 Polestar, ainda em pré-série, para ser testada na região de Los Angeles, Califórnia, por jornalistas dos principais mercados onde o carro será vendido. Não se ouviu reclamações, comprovando que o carro tem qualidades no mínimo tão refinadas quanto a de seus concorrentes.  Ambos, T6 e T8, são bem-acabados por dentro e por fora, com oferta de interessantes novas cores metálicas foscas, além de rodas de alumínio de 19 ou 20 polegadas. Na traseira, o novo desenho das lanternas resolveu o velho design sem graça das antigas gerações dos sedãs Volvo. Na dianteira, a assinatura luminosa dos faróis em LED na forma de “T” deitado garante aparência sofisticada.  O T8 Polestar tem grade dianteira e rodas com desenho exclusivo, que deixam aparecer as enormes pinças de freios Brembo pintadas em dourado. Os cintos de segurança da versão esportiva são amarelo-ouro. Nada disso combina, entretanto, com o excessivamente sóbrio “ladrilho” branco afixado na grade que identifica a marca Polestar.  No interior, volante, painel, portas e bancos são finamente revestidos em couro napa. O quadro de instrumentos é 100% digital e no centro do painel fica a enorme tela de nove polegadas do sistema multimídia Sensus, que controla climatização, rádio, som de 1,1 mil wats, navegação, configurações ajustáveis do veículo e conexão com smartphone, via Apple Car Play, Android Auto e wifi 4G a bordo.  A fabricante sueca aposta que os principais diferenciais do novo S60 em relação aos competidores alemães são o ar-condicionado com quatro zonas de temperatura, o teto solar panorâmico, bancos ventilados com massagem, o sistema multimídia Sensus (agora com processador 50% mais rápido) e a oferta da versão híbrida plug-in, que tem autonomia elétrica de até 40 km e pode recarregar as baterias na tomada.    HÍBRIDO REFINADO   Acelerar o novo S60 com 320 ou 407 cavalos é diversão garantida, só interrompida pelo respeito aos limites de velocidade. Mas o T8 híbrido plug-in representa uma atração tecnológica à parte, combinação perfeita de eletrificação com performance. Segundo a Volvo, o powertrain eletrificado reduz em até 35% o consumo. É possível dirigi-lo em modo esportivo, com a força dos dois motores que garante acelerações vigorosas e estabilidade nas curvas com a tração integral e suspensão ativa regulável. Mas não é nada mal conduzir o S60 em modo elétrico, ideal para o trânsito das cidades. O carro chega em torno de 60 km/h só com tração elétrica e pode rodar sem emissões por até 40 km antes de ligar o motor a combustão.  As baterias de lítio alocadas no centro do chassi são recarregadas de três formas: pelo motor a combustão, recuperação de energia de frenagem ou na tomada – uma recarga completa leva cerca de três horas. A transmissão do T8 híbrido tem a função “B”, de brake, uma espécie de marcha reduzida para reaproveitar melhor a geração de energia em descidas. Na prática, fica até mais confortável dirigir descendo uma serra, por exemplo, com o câmbio em B, pois basta tirar o pé do acelerador que o carro começa a reduzir, muitas vezes o suficiente para que nem seja necessário pisar no pedal de freio.  AUTONOMIA E SEGURANÇA O S60 também oferece prazer em não dirigir: seu sistema de piloto automático Pilot Assist ajuda o motorista a guiar com aceleração e frenagem automáticas em relação ao carro da frente (ACC), também assume o volante e faz curvas de forma autônoma a até 130 km/h – câmera e sensores monitoram a faixa de rodagem e quem vai adiante para transmitir comandos ao volante, freios e acelerador.  Em caso de emergência, os freios são acionados automaticamente e se não houver espaço suficiente para evitar a colisão a direção também é acionada para desviar do obstáculo, carro, ciclista, pedestre ou animal de grande porte. Se a pancada for inevitável, os cintos de segurança se retraem e os sete airbags entram em ação. Isso mesmo, além de bonito, confortável e potente, o S60 também é muito seguro.  Fonte: Automotive Business
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27/09/2018
Volvo XC40: primeiras impressões
Menor SUV da marca sueca chega com a missão de ser recordista em vendas. Ele é mais equipado e custa menos que rivais alemães; porém, carrega peso de ser menos conhecido. Desde a “morte” do C30, em 2013, a Volvo não tinha um modelo com design “descolado”. Aliás, o adjetivo nunca combinou muito com a marca sueca, muito mais conhecida pela sobriedade e pelo nível elevado de segurança. A Volvo acertou em cheio na atual identidade visual, inaugurada com o XC90, mas as linhas tomam o caminho da sofisticação. É aí que entra o XC40. O menor SUV da marca pretende atender ao desejo de um público mais jovem, que não quer mais um hatch, mas resiste em comprar um sedã ou uma perua. A responsabilidade do novo modelo é tão grande que os suecos esperam que o XC40 represente um terço das vendas da Volvo no país. Isso significa 2 mil das 6 mil unidades projetadas para 2018. Caso o objetivo seja alcançado, será o melhor resultado em emplacamentos da história da filial brasileira.   Irmão diferente Dá para notar que o XC40 é da mesma família de XC60 e XC90. Mas o irmão menor traz personalidade própria. A frente ainda traz o farol fino com a luz diurna de LED formando o “martelo de Thor”, mas o perfil e a traseira são bastante diferentes. As portas traseiras, por exemplo, são possuem grandes e angulosos recortes, criando uma falsa vigia. O desenho ajuda a reforçar a generosa largura da coluna C. Olhando a traseira, as lanternas mantêm o arranjo vertical, mas invadem a carroceria lateralmente. A placa acabou posicionada no para-choque, deixando a tampa do porta-malas com visual mais limpo. A cabine segue na mesma “pegada”, semelhante, mas diferente. Igual pelo quadro de instrumentos digital, pela grande central multimídia e nas saídas de ar dispostas verticalmente. Mas diferente nas texturas usadas nos painéis e na versatilidade dos diversos porta-objetos. O XC40 é capaz de seguir o veículo que vai à frente em velocidades de até 130 km/h, incluindo em curvas. Também há detecção e alerta de mudança de faixa, alerta de colisão frontal, frenagem automática de emergência, câmera de ré, leitura das placas de trânsito. Entre os itens de conforto, há ar-condicionado com duas zonas de temperaturas, carregador de celular por indução, som com 13 alto-falantes, bancos de couro e assentos dianteiros com regulagens elétricas e do motorista com memória, teto solar, 6 airbags, acesso e partida com chave presencial, sensores de luz, chuva e estacionamento dianteiro e traseiro, rodas de 20 polegadas e abertura elétrica do porta-malas.   Menor e mais ágil Além de ser a configuração mais completa, a R-Design também é a opção mais potente do XC40. Ela traz o mesmo motor 2.0 turbo de 254 cavalos e 35,7 kgfm do XC60. A transmissão automática de 8 marchas também é compartilhada entre os dois modelos. Desta forma, como o SUV menor é 164 kg mais leve, o desempenho também é melhor do que no "irmão" maior. De acordo com a Volvo, o XC40 acelera de 0 a 100 km/h em 6,4 segundos, 0,4 segundo mais rápido do que o XC60. A suspensão do XC40 é bastante rígida, mas não chega a ser desconfortável. Seu arranjo é independente nas quatro rodas. As rodas de 20 polegadas, calçadas por pneus de perfil baixo, reforçam a esportividade. Caso o motorista deseje, é possível deixar o conjunto ainda mais firme, alternando o modo de condução para Dynamic, o mais “apimentado”. Nele, o pedal do acelerador fica mais sensível, a direção mais direta, as trocas de marchas acontecem em rotações mais altas, e a suspensão se enrijece ainda mais. Para tentar aliviar a sede do XC40, ainda há o modo Eco, que deixa as respostas mais mansas. É uma forma de melhorar o consumo. Na semana em que o G1 avaliou o modelo, o computador de bordo dificilmente registrou marcas melhores que 7,5 km/l, sendo que o uso foi praticamente todo urbano, quase sempre no modo Comfort.   Fora isso, todos os outros ocupantes viajam com conforto. O entre-eixos de 2,70 metros garante a comodidade até dos mais altos. No porta-malas, vão 460 litros, deixando o Volvo na média do segmento. A tampa pode ser aberta com o movimento de passar os pés sob o para-choque. Dentro do compartimento, uma boa sacada. Ao rebater a tampa do fundo falso, o motorista ganha 3 alças para pendurar sacolas de supermercado, que não ficam soltas pelo bagageiro, espalhando latas e embalagens por todos os lados.   Conclusão É difícil encontrar modelos com vantagens tão amplas em relação aos rivais como acontece com o Volvo XC40. Mesmo que tenha defeitos pontuais, o sueco é bem superior aos seus concorrentes. A briga só deve ficar mais parelha com a nova geração do Audi Q3, lançada há pouco na Europa. Mas, se ele já é mais caro hoje, imagine quando chegar totalmente renovado. Fonte: G1    
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